Aumento da Temperatura dos oceanos

Dados recentes indicam que a temperatura dos oceanos em Julho de 2009 foi 0,59ºC superior à média de 16,4ºC do séc XX, embora no conjunto a temperatura global da Terra tenha sido apenas a 5ª mais quente desde 1880.

Os resultados são do National Climatic Data Center, da National Oceanic and Atmospheric Administration, em Asheville, Estados Unidos e indicam que a temperatura da superfície dos oceanos superou em Julho passado a máxima registada em 1998.

Esta temperatura foi superior em 0,59ºC à média do século XX que era de 16,4ºC. No entanto, a temperatura global da superfície do planeta, considerando não só a temperatura à superfície do mar mas também em terra, não revelou a mesma tendência tendo sido apenas o 5º valor mais elevado desde 1880, quando se iniciaram as medições. A temperatura média global da Terra em Julho de 2009 foi 0,57ºC mais elevada que a média do séc. XX.

O mês de Julho foi entre 2 e 4ºC mais quente que o normal na Europa, África do Norte e em grande parte do Oeste da América do Norte, embora também se tenham registado valores 2 a 4ºC abaixo da média no Sul da América do Sul, zona Centro do Canadá, Este do Estados Unidos e em partes da Ásia.

Fonte: COP15

Fonte: http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=20&cid=7910&bl=1

Furacões e Alterações Climáticas

A tempestade tropical “Bill” converteu-se em furacão, o primeiro da temporada no Atlântico, informou hoje o Centro Nacional de Furacões (NHC) dos Estados Unidos.

Com rajadas de até 121 quilómetros por hora, “Bill” está agora centrado a cerca de 1.870 quilómetros a leste das Pequenas Antilhas, muito londe de zonas habitadas, e desloca-se para oeste-noroeste a cerca de 35 quilómetros por hora.

Segundo o NHC, prevê-se que o seu movimento prossiga e ganhe força nas próximas 24 a 48 horas.

Fonte: http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1337400&seccao=Biosfera

Ozono: Os dois lados da moeda?

O valor de concentração de ozono ultrapassou, hoje, os 180 microgramas por metro cúbico (µg/m3) em várias estações de medição da Região de Lisboa e Vale do Tejo, informou a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento local.

A exposição ao ozono afecta, essencialmente, as mucosas oculares e respiratórias, podendo o seu efeito manifestar-se através de tosse, dores de cabeça, dores no peito, falta de ar e irritações nos olhos, alerta a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo.

Data: 14 de Agosto de 1009

A associação ambiental Quercus considerou hoje que os avisos sobre a concentração de ozono, que sexta-feira registou valores recorde este ano, continuam a não chegar às populações, exigindo por isso articulação entre várias entidades.

Data: 15 de Agosto de 2009

“Do the Green Thing”

Aprender com os erros…

As aulas já acabaram há mais de um mês e só sei que estou cheio de saudades da escola. Mas o mais absurdo disto tudo é que tenho estado a estudar para um exame que deixei para segunda fase, e já não consigo ver mais livros à frente, estou simplesmente enjoado de tantos livros.

Sempre gostei de ler, até ao décimo ano lia livros de autores como J. K. Rowling, Dan Brown, Christopher Paolini e José Rodrigues dos Santos. Actualmente, apesar de continuar a gostar de ler livros deste género de autores, as minhas leituras foram um bocado desviadas para o carácter científico. Não sei ao certo o motivo deste desvio, tudo começou por sugestões de um professor e quando dei por mim sempre que ia à fnac, a primeira coisa que fazia era dirigir-me à secção dos livros na categoria divulgação científica.

Mas como disse, ando mesmo enjoado de livros e já nem nos livros não escolares consigo pegar, nem que seja por apenas cinco minutos. O mais confuso de tudo isto, é que sinto saudades de ler esses livros ou simplesmente de abordar eles no portefólio de FSQ, nada me dava mais prazer do que falar de um livro que tinha lido num comentário. Talvez por isso tenha saudades da escola, não é de estudar, não é de fazer testes, é de falar sobre o que leio ou, simplesmente, de escrever sobre isso.

Muitas das vezes, para não dizer 90% das vezes, começava por basear-me num livro para abordar um determinado assunto, e acabava por me perder completamente no tema, só sei que acabava o comentário a falar de coisas completamente absurdas que nada tinham a ver com o que tinha lido ou com o tema inicialmente retratado. Passado algum tempo, quando recebia o portefólio ficava fulo, pois estava todo sublinhado a vermelho e havia coisas que simplesmente não entendia porquê, mas o pior era mesmo quando o professor dizia que se aquilo fosse um trabalho realizado na universidade era atirado directamente para o lixo. O professor da referida disciplina deve ter ficado enjoado de mim, de tanto me aturar, porém eu ainda estava mais chateado com ele, pois achava que ele estava a ser exigente de mais.

Agora, sei que apenas estava fulo com aquilo tudo, não por achar que o professor tinha exagerado, mas sim por não conseguir aceitar a ideia de que o que estava a escrever estava errado, infundamentado e era acima de tudo absurdo.

Actualmente, sempre que escrevo, dou comigo a avaliar cada linha, cada frase, cada parágrafo, com o objectivo de escrever coisas coerentes, fundamentadas e que não sejam absurdas.

Sei que voltarei a cometer erros destes em próximos textos ou comentários, porém as 90% das vezes que me dispersava e dizia o que não devia, passaram agora para 10%, isto em apenas meses, e visto que ainda falta mais de um ano para entrar na universidade, se tudo correr bem, acho que ainda posso reduzir ainda mais esta percentagem, realizando trabalhos que não mereçam ser atirados para o lixo.

Tudo isto só foi possível devido às críticas feitas aos meus comentários para o portefólio, e se na altura ficava fulo por estas lá se encontrarem, agora agradeço por elas e são bem-vindas. Não me arrependo do que escrevi, pois se nunca o tivesse feito, nunca teria tido a oportunidade de tentar melhorar.

Assembleia Parlamentar UE aprova resolução sobre nuclear

“A Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa aprovou uma resolução sobre a energia nuclear para diversificar as fontes energéticas como “solução que permite reduzir” as emissões de gases com efeitos de estufa e o aquecimento global do planeta.”

Entretanto, a Assembleia nacional francesa debateu ontem pela primeira vez um projecto de lei para atribuir indemnizações aos veteranos dos ensaios nucleares de França que desenvolveram cancros, depois de expostos às radiações.

Como é hábito, coloco aqui mais uma vez uma parte de uma notícia, tendo esta a ver com a energia nuclear.

Há autores, como James Lovelock que defendem que a única maneira de “salvar” a humanidade e o planeta do aquecimento global é aderir imediatamente à energia nuclear, pois embora a energia renovável seja uma boa solução para a obtenção de energia sem poluir o planeta, nós não temos o tempo necessário que esta exige de modo a ficarmos totalmente dependentes dela. Deste modo, a única solução é aderir também à energia nuclear.

É verdade que uma central nuclear produz uma grande quantidade de energia e que esta não emite quase quantidade nenhuma de gases tóxicos para o ambiente, porém tal como vantagens esta também tem desvantagens.

Nessas desvantagens podemos encontrar por exemplo o acidente de Chernobyl em 1986, no qual todas as pessoas que trabalhavam na fábrica morreram, assim como os bombeiros que se dirigiram à central para averiguar a situação, tendo estes morrido em menos de 24 horas. Além disto, muitas foram as pessoas afectadas com cancro, sendo ainda hoje os efeitos visíveis. Este acidente não só afectou quem vivia perto da central, mas também quem vivia a quilómetros de distância dele.

Outro problema resultante das centrais nucleares é não saber o que se fazer aos resíduos tóxicos, já se apresentaram várias soluções onde se poderiam colocar estes. Porém, como saberíamos que não poderia haver problemas futuros com estes lixos. Tal como diz Al Gore no livro Uma Verdade Inconveniente: “Apesar de todas as vantagens que obtivemos com as novas tecnologias, testemunhámos também muitos efeitos colaterais imprevistos.”

Por fim, as vagas de calor vieram revelar-nos de que as centrais nucleares são vulneráveis a um clima mais quente. Tendo-se verificado em 2003, na Alemanha, nos EUA e na Espanha, e em 2007 novamente nos EUA um encerramento das centrais nucleares, pois a água proveniente dos lagos ou rios tinha aquecido demasiado para o processo de refrigeração dos reactores. (Fonte: Alterações Climáticas, Robert Henson).

Tal como se pode ver, as centrais nucleares tem benefícios e malefícios, e pergunto-me: Quais serão os que pesam mais na balança? Será seguro aderir a esta forma de produção de energia? Não será melhor jogar pelo seguro?

Notícia Completa: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=114&id_news=395883&page=0

Química Verde

Durante este último ano lectivo comprei um livro chamado “Despertar para a Ciência: Novos Ciclo de Conferências”, o qual cada capítulo era escrito por um autor diferente, sendo também o tema abordado completamente diferente. Um dos capítulos que mais me chamou à atenção foi “Verde é a Química!” escrito pelo Manuel Nunes da Ponte.

Esse capítulo foi uma das referências que utilizei para fazer um comentário para o meu portefólio de física e química, lembro-me de ter dito que “a química era tudo”, e quando recebi o portefólio, ele estava todo sublinhado a vermelho. Na altura fiquei um pouco revoltado, pois tive imenso trabalho com aquele comentário e depois estava todo “riscado”, foi como um balde de água fria, tendo o meu professor dito que se aquilo fosse na universidade o comentário nem era lido, era directamente atirado para o lixo. Agora dou-lhe razão, e realmente a química não é tudo, nem o vou voltar a dizer, acho que já aprendi a lição sobre coisas não fundamentadas que não dizem nada.

Porém apesar de ter, na altura, sido um balde de água fria, e de durante um tempo nunca mais me apetecer fazer portefólio, este foi um instrumento de avaliação que me deu imenso prazer de fazer e aprendi imenso com ele. Por fim, este ano quando o professor disse que não poderia fazer portefólio para o 3º período para poder estudar, fiquei um pouco para o triste e decidi continuar o trabalho de outra forma, criando este blogue. O único se não que há é de não ter ninguém para me corrigir as asneiras.

A química é uma disciplina que me chama à atenção, assim como os temas ambientais, sendo esse o motivo porque mencionei o livro acima. No capítulo mencionado, Manuel Nunes da Ponte fala da maneira de como a Química transformou o mundo, da má imagem da química, de como esta se encontra “escondida” e por fim da Química Verde.

Vou debruçar-me sobre o último tema que ele aborda. Nessa parte do capítulo é dito algo como o facto de haver inúmeras substâncias químicas (100 000), das quais 30 000 são produzidas em quantidades superiores a uma tonelada, tendo estes números dado uma má imagem aos produtos da indústria química. A seguir, é dito que como resposta a esta imagem criou-se o movimento da Química Verde/ Sustentável, sendo este tema que realmente me interessou. O autor do capítulo diz que este movimento tem como objectivo redesenhar os processos da Química Industrial tornando-os mais limpos.

Deixando agora de resumir o livro, acho sem dúvida que este movimento foi muito bom, e sabe-se que a indústria é uma das principais poluentes da atmosfera devido à sua elevada emissão de gases prejudiciais ao ser humano e ao ambiente.

Cada vez mais, pelo que tenho visto, as indústrias preocupam-se mais em manter uma boa imagem, recorrendo por isso a formas de as tornar mais “verdes”. No ano passado fui à central termoeléctrica do Pego, aí foi-nos dito que a central ia fazer um investimento de modo a reduzir as emissões de gases tóxicos para o ambiente. Este ano fui à fábrica do Buano em Peniche, no qual o senhor explicou que iam também fazer um investimento de modo a atenuar o cheiro proveniente da fábrica. É bom saber que finalmente algumas indústrias preocupam-se com o ambiente, nem que seja por serem obrigadas, só é pena que esta preocupação não tenha surgido à muito mais tempo.

Segundo o autor deste capítulo, Manuel Nunes da Ponte, chegou-se mesmo a criar princípios e mandamentos da Química Verde, que coloquei abaixo, e pelo que se pode ver, eles reflectem uma preocupação sobre os impactos que a indústria pode ter sobre o meio ambiente, tendo como objectivo atenuá-los.

Mandamentos da Química Verde: http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/01/os-12-mandamentos-da-quimica-v.html

WestWind Energia quer construir parque eólico

“A empresa WestWind Energia (WWE) está a avaliar a hipótese de construir, até 2012, um parque eólico no concelho de Ferreira do Alentejo, no distrito de Beja, num investimento estimado entre 65 a 104 milhões de euros.”

Hoje, vi esta notícia que me chamou à atenção, porém não sei dizer a data dela, ou seja, não sei se é de hoje ou de há alguns dias.

Pelo que se vê, provavelmente, vai-se construir um parque eólico no Alentejo, que vai reduzir as emissões de dióxido de carbono para a atmosfera, assim como a nossa dependência dos combustíveis fósseis.

Actualmente, pelo menos na minha zona, quando vou a passear de carro são muitas as ventoinhas que se podem observar, principalmente ao longo da encosta de algumas serras. Devo dizer que, na minha opinião, acho bem que se introduzam estes tipos de energia em Portugal, pois são elas que vão sustentar o nosso futuro, e quanto mais rápido elas forem implementadas melhor.

Como se sabe, muitos outros países têm igualmente aderido a estas formas de energia como é o caso da Islândia e da Dinamarca, entre outros. Sendo já a principal fonte de energia destes países renovável, porém são meia dúzia de países no meio de tantos outros que ainda dependem de combustíveis fósseis, de maneira que a adopção de energias renováveis por estes é quase uma obrigação.

É de relembrar que as energias renováveis não se esgotam, isto é, o tempo que a natureza demora a repô-las é muito superior ao seu tempo de consumo. Além disso estas energias são denominadas como energias verdes, pois não poluem a atmosfera como os combustíveis fósseis e não produzem resíduos tóxicos como a energia nuclear. Estas formas de energia reduzem ainda a nossa dependência externa dos combustíveis fósseis.

 

Parque Eólico – Dinamarca
Parque éolico marinho na Dinamarca.

 

Mudando um pouco de assunto. ..

Eu devo ser bastante ignorante de certeza, pois nunca percebi porque há países que demoram tanto tempo a aderir às energias renováveis, pois eu estive a pensar sobre isso e mesmo que não estivéssemos a passar por um período de aquecimento global, em pouco tempo o petróleo iria acabar, e mais algumas décadas e o carvão ia pelo mesmo destino.

Em 2200 provavelmente já não restaria nenhum destes combustíveis fósseis, e sabe-se que estes são recursos não renováveis, isto é, o consumo destes é superior ao tempo que a Natureza leva a repô-los. Entre a actualidade e o futuro, com o uso excessivo de combustíveis fósseis o preço deles, provavelmente, dispararia como já observámos nos últimos anos, ou seja, mesmo que não estivesse a ocorrer o aquecimento global, pergunto-me, não seria mais seguro começarmos a optar pelas energias renováveis? Esta é apenas a minha opinião, não percebo muito do assunto, agora que ele me faz confusão faz.

Fonte: http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1272503&seccao=Tecnologia

 

Estudo revela que 12% do gelo dos Alpes suíços derreteu

“Cientistas da Universidade de Zurique anunciaram na segunda-feira o resultado de um estudo de uma década que revelou que as «neves eternas» dos Alpes estão a desaparecer rapidamente.”

“Em dez anos, 12% do gelo nas montanhas suíças derreteu. O fenómeno foi registado em várias regiões. Há dois anos, no Monte Kilimanjaro (Tanzânia), a neve desapareceu no Verão pela primeira vez em 11 mil anos. Mas até agora não se sabia que o fenómeno era tão intenso, também na Europa.”

“O degelo das «neves eternas» pode causar, na Suíça, mais avalanches e deslizamentos de terra, além de prejudicar o abastecimento de energia, pois as hidroeléctricas são abastecidas pelo derretimento sazonal dos glaciares. O turismo também sofreria perdas.”  

Mais uma vez, ando de roda das notícias e decidi colocar parte de uma aqui no blogue. Ela já é de ontem, porém só hoje é que a preguiça se foi embora.

À semelhança com todas as outras noticias que aqui coloquei, esta retrata directamente ou indirectamente o aquecimento global, sendo o tema que esta aborda uma das consequências deste.

Tal como diz na notícia, o gelo das montanhas da suíça está a derreter, porém há que relembrar que este cenário está a acontecer não só na Suíça mas em muitos outros locais do mundo. Como é de esperar, este degelo está a acontecer devido ao aumento das temperaturas médias globais que causa a fusão do gelo.

Esta consequência do aquecimento global acarreta muitas outras consequências, causando instabilidades nas comunidades afectadas. Como se vê na notícia, este degelo afectou o abastecimento de energia e o turismo, porém ele pode causar muitos outros problemas. Mas que outros problemas podem esses ser?

O degelo pode ser a causa da extinção de algumas das espécies existentes nos pólos, de modificações na corrente do Atlântico Norte, da subida do nível médio das águas do mar, da diminuição do albedo e pode provocar ainda um descontrole nas reservas de água potável, da qual muitas populações se servem.

 

Blocos de gelo em degradação

Blocos de gelo em degradação

 

 Fonte:http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=114&id_news=395250&page=0

Alterações climáticas ameaçam saúde pública

“O aquecimento global é responsável pela expansão das áreas de ocorrência de doenças tropicais, como é o caso do vírus do Nilo Ocidental, que ameaça agora os países ocidentais de clima temperado.” 

Não tenho feito nada nos últimos tempo a não ser ver notícias, mas por acaso também não é bem assim porque tenho estado a estudar para o exame de física  – química. Contudo, estes são assuntos que não interessam para o caso.

Tal como todas as outras notícias, coloquei aqui parte de mais uma com um propósito: O aquecimento global. Esta notícia retrata mais uma das consequências do aquecimento global, sendo estas o aparecimento de novas doenças ou o descontrole das doenças que se pensava ter sob controlo.

Neste caso, o aumento das temperaturas faz com que insectos como os mosquitos se aventurem para novos locais, podendo estes estar habitados. A interacção entre estes e a população irá, provavelmente, contribuir para a proliferação de doenças extremamente infecciosas, às quais para muitas pode ainda não existir um tratamento extremamente eficaz.

As consequências do aquecimento global estão cada vez a ser mais evidentes e é bom que as pessoas que ainda estão a dormir acordem e comecem a agir, isto se querem continuar com a vida confortável e tranquila que têm tido até aqui, pois à de relembrar que ainda estamos no inicio, o futuro poderá ser muito mais negro.

Fonte: http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=20&cid=5687&bl=1

 

Os insectos são uma grande fonte de contágio de doenças.
Os insectos são um dos principais vectores para a transmissão de doenças.