Estudo revela que 12% do gelo dos Alpes suíços derreteu

“Cientistas da Universidade de Zurique anunciaram na segunda-feira o resultado de um estudo de uma década que revelou que as «neves eternas» dos Alpes estão a desaparecer rapidamente.”

“Em dez anos, 12% do gelo nas montanhas suíças derreteu. O fenómeno foi registado em várias regiões. Há dois anos, no Monte Kilimanjaro (Tanzânia), a neve desapareceu no Verão pela primeira vez em 11 mil anos. Mas até agora não se sabia que o fenómeno era tão intenso, também na Europa.”

“O degelo das «neves eternas» pode causar, na Suíça, mais avalanches e deslizamentos de terra, além de prejudicar o abastecimento de energia, pois as hidroeléctricas são abastecidas pelo derretimento sazonal dos glaciares. O turismo também sofreria perdas.”  

Mais uma vez, ando de roda das notícias e decidi colocar parte de uma aqui no blogue. Ela já é de ontem, porém só hoje é que a preguiça se foi embora.

À semelhança com todas as outras noticias que aqui coloquei, esta retrata directamente ou indirectamente o aquecimento global, sendo o tema que esta aborda uma das consequências deste.

Tal como diz na notícia, o gelo das montanhas da suíça está a derreter, porém há que relembrar que este cenário está a acontecer não só na Suíça mas em muitos outros locais do mundo. Como é de esperar, este degelo está a acontecer devido ao aumento das temperaturas médias globais que causa a fusão do gelo.

Esta consequência do aquecimento global acarreta muitas outras consequências, causando instabilidades nas comunidades afectadas. Como se vê na notícia, este degelo afectou o abastecimento de energia e o turismo, porém ele pode causar muitos outros problemas. Mas que outros problemas podem esses ser?

O degelo pode ser a causa da extinção de algumas das espécies existentes nos pólos, de modificações na corrente do Atlântico Norte, da subida do nível médio das águas do mar, da diminuição do albedo e pode provocar ainda um descontrole nas reservas de água potável, da qual muitas populações se servem.

 

Blocos de gelo em degradação

Blocos de gelo em degradação

 

 Fonte:http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=114&id_news=395250&page=0

Alterações climáticas ameaçam saúde pública

“O aquecimento global é responsável pela expansão das áreas de ocorrência de doenças tropicais, como é o caso do vírus do Nilo Ocidental, que ameaça agora os países ocidentais de clima temperado.” 

Não tenho feito nada nos últimos tempo a não ser ver notícias, mas por acaso também não é bem assim porque tenho estado a estudar para o exame de física  – química. Contudo, estes são assuntos que não interessam para o caso.

Tal como todas as outras notícias, coloquei aqui parte de mais uma com um propósito: O aquecimento global. Esta notícia retrata mais uma das consequências do aquecimento global, sendo estas o aparecimento de novas doenças ou o descontrole das doenças que se pensava ter sob controlo.

Neste caso, o aumento das temperaturas faz com que insectos como os mosquitos se aventurem para novos locais, podendo estes estar habitados. A interacção entre estes e a população irá, provavelmente, contribuir para a proliferação de doenças extremamente infecciosas, às quais para muitas pode ainda não existir um tratamento extremamente eficaz.

As consequências do aquecimento global estão cada vez a ser mais evidentes e é bom que as pessoas que ainda estão a dormir acordem e comecem a agir, isto se querem continuar com a vida confortável e tranquila que têm tido até aqui, pois à de relembrar que ainda estamos no inicio, o futuro poderá ser muito mais negro.

Fonte: http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=20&cid=5687&bl=1

 

Os insectos são uma grande fonte de contágio de doenças.
Os insectos são um dos principais vectores para a transmissão de doenças.

Três incêndios por circunscrever no País, diz ANP

“Três fogos estão activos este domingo em zonas de mato, junto aos complexos industriais de Gondomar, Penafiel e Oliveira de Azeméis, de acordo com a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC).”

Este fim-de-semana não tenho feito outra coisa se não ver notícias. Há cerca de 30 minutos quando andava a deambular na internet encontrei esta, colocando uma citação dela acima, estando a hiperligação para a notícia inteira a baixo. O motivo que me levou a colocar aqui esta notícia foi o facto de esta notícia retratar os incêndios.

Ao longo dos últimos anos temos ouvido falar bastante de incêndios, chego a pensar onde há tanta floresta para tantos incêndios, será que não ardeu já tudo? A resposta… essa acabei de a obter. Estamos quase no Verão e neste momento existem três fogos activos, consumindo todas as árvores que lhe aparecem à frente.

Com o aquecimento global, os incêndios florestais provocados por causas naturais tornam-se cada vez mais frequentes, pois as temperaturas mais elevadas secam o solo e as folhas, sendo mais fácil estas incendiarem-se. O aumento de incêndios destrói uma grande quantidade de árvores, que eram fixadoras de carbono. Isto faz com que todo o carbono que as árvores fixavam seja liberado para a atmosfera agravando o efeito de estufa.

O problema é que os incêndios estão a destruir árvores que por vezes têm centenas de anos, tendo estas levado muito tempo a formar-se. Mesmo que agora se queira renovar a área florestal destruída, este será um processo extremamente demoroso, além disso é muito improvável que as árvores consigam fixar tanto carbono como antes.

“Cerca de 30% do CO2 libertado para a atmosfera, todos os anos, resulta das queimas de matagal para permitir uma agricultura de subsistência e de fogueiras de lenha usadas.” Al Gore, Uma Verdade Inconveniente

Você deve saber qual o currículo de Portugal em incêndios, agora imagina este cenário por todo o mundo e pense na quantidade total de CO2 libertado para a atmosfera.

Fonte: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=394917

 

UE oferece ajuda à China para travar emissões de CO2

“A União Europeia começará um processo de consulta financeira e de tecnologia que deverá ser entregue à China e depois à Índia. Isto pode ser decisivo para garantir o comprometimento de ambos os países com um novo acordo global sobre alterações climáticas que será discutido em Copenhaga em Dezembro.”

Encontrei esta notícia no site do sapo e decidi colocar um pequeno excerto dela aqui. Fiquei contente por saber que a Europa iria dar dinheiro à China e à Índia para as ajudar a reduzir nas emissões de gases de efeito de estufa para a atmosfera, pois estes países estão em vias de crescimento e têm apostado no carvão (principalmente a China)  para efectuar esse desenvolvimento. Pode-se mesmo ler em alguns livros, como o livro “Alterações Climáticas” de Robert Henson afirmações nas quais se diz que a China já ultrapassou os Estados Unidos no que toca à emissão de gases de efeitos de estufa para a atmosfera. Deste modo, interpreto esta atitude da União Europeia como uma preocupação crescente acerca das alterações climáticas.

Só espero que a China e a Itália aproveitam esta ajuda da melhor maneira, pois acho que muitas pessoas podem não ter achado muita piada esta medida, devido ao facto de se estar a dar dinheiro a países exteriores à Europa, quando na Europa há países carenciados ou em crise como nos encontramos nós em Portugal. Os problemas que temos podem ser de outra origem, mas o facto é que nós pertencemos à União Europeia e a China não, porém apesar disto, continuo a achar bem que esta ajuda seja dada à China e à Índia.

Relativamente ao método que vão utilizar para fazer com que a China e a Índia reduzam a sua emissão de gases de efeito de estufa para a atmosfera, já tinha ouvido falar dele na revista Scientific American e, sinceramente, espero que funcione correctamente sem que ocorra quaisquer inconvenientes, pois lembro-me que um dos problemas deste método era poder haver fugas de dióxido de carbono para a atmosfera, podendo levar os seres vivos à morte devido à elevada concentração deste gás.

 Fonte: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=114&id_news=394702

Dúvidas… momento de reflexão

Encontro-me a ouvir a música “What about now” do Chris Daughtry e, realmente, não sei o que fazer agora, não em relação ao blogue, mas à minha vida.

A minha cabeça está cheia de indecisões e só me apetece ir para um lugar bem longe daqui em que possa começar uma nova vida, onde ninguém me conheça. Porém, essa solução está completamente excluída e parece-me que a atitude mais sábia é ficar sozinho a fim de reflectir sobre a minha vida.

Há quase um mês que fiz 17 anos, mas devo dizer que não me sinto com tal idade, por mais estúpido que seja, acho que sou novo de mais para ter 17 anos. Daqui a um ano e alguns meses, se tudo correr como planeado, estarei na universidade para frequentar um curso que ainda está envolto em mistério.

Já me passou pela cabeça eng. química e bioquímica, eng. do ambiente, ecologia e ciências farmacêuticas, são todos cursos de áreas que eu gosto. Destes quatro cursos, o que estou mais inclinado a candidatar-me e a frequentar é o de eng. química e bioquímica, porém tenho medo de não gostar do curso ou mesmo de ficar desempregado, além disso já nem sei se a escolha que estou a fazer é a que eu quero ou a que me convém mais face à atitude das outras pessoas. Não estarei a fugir?

A par desta indecisão, muitas são as vezes em que tenho dificuldade em tomar a atitude certa, não em todos os casos, alguns consigo ser completamente correcto, pois tento sempre agir dessa forma. Contudo, há situações em que as emoções falam mais alto sobrepondo-se às minhas decisões do que está certo e do que está errado, fazendo com que acabe por afastar pessoas das quais não me quero afastar, pois são óptimas amigas.

Se me perguntassem se me considerava uma pessoa fraca ou forte, não sabia o que responder. Eu gosto de pensar na ideia que sou uma pessoa forte, porém sei que não o sou, mas dizer que sou uma pessoa fraca, também não sei bem se o sou, pois tenha estabilidade emocional suficiente para distinguir a maior parte das coisas, porém não tenho a estabilidade emocional suficiente que me permite fazer sempre o bem e que faça com que aguente com as coisas enfrentando-as.

Para concluir: acho que ainda não tenho consciência do “mundo real” e isso faz com de mim uma pessoa egoísta, que pensa que as suas indecisões e os seus problemas são minimamente graves, quando há milhares de pessoas que nem casa têm para poderem reflectir sobre a vida tal como eu estou a fazer neste momento. Além disso, acho que deveria pensar em coisas mais graves como as mudanças climáticas em vez de estar a lamentar a minha vida.

Gases de Efeito de Estufa

Os gases de efeito de estufa são conhecidos pela sua capacidade de absorver a radiação infra-vermelha reenviada da Terra para o espaço. Como tal, um aumento destes faz com que a radiação que “escapa” para o espaço exterior seja cada vez menor, provocando um aquecimento no nosso Planeta.

Existem vários gases de efeito de estufa, sendo os mais conhecidos o dióxido de carbono, o metano, o óxido nitroso, os CFC e o vapor de água. É de salientar que a maioria destes gases, à excepção dos CFC, sempre existiram na atmosfera, porém devido às actividades humanas a suas quantidade têm vindo a aumentar drasticamente.

O CO2 (dióxido de carbono) foi o gás mais emitido para a atmosfera após a revolução industrial, sendo, actualmente, o protagonista do aumento do efeito de estufa que se começa a sentir. As suas emissões aumentaram principalmente devido à queima de combustíveis fósseis. O principal problema do aumento das emissões deste para a atmosfera é que este gás pode permanecer nela durante mais de um século.

Outro gás de efeito de estufa é o metano. Este gás é libertado principalmente por arrozais, gado bovino, veículos, casas e fábricas. O metano tem um tempo de vida mais curto que o do CO2, contudo ele consegue absorver cerca de 20 a 25 vezes mais energia do que o CO2 num século.

O óxido nitroso, é outro gás de efeito de estufa, a sua presença na atmosfera é muito mais diminuta do que a do CO2 ou do que a do metano, contudo ele possui 300 vezes mais capacidade de reter as radiações infra-vermelhas do que o CO2.

O vapor de água não é um gás de efeito de estufa muito potente, porém a sua quantidade na atmosfera compensa a sua fraca potência. O problema deste gás é que devido ao aumento das temperaturas, a quantidade deste tende a aumentar, contribuindo cada vez mais para o agravamento do efeito de estufa. Este gás acaba por funcionar como um ciclo vicioso.

Os CFC são os gases de efeito de estufa mais raros, porém podem permanecer na atmosfera durante séculos. Estes gases têm origem antropocêntrica e são 10 vezes mais potentes do que o CO2.

Efeito de Estufa

Tal como a própria expressão refere: “aquecimento global” reflecte-nos para um aumento das temperaturas a nível global. Devo dizer que este aquecimento não se faz sentir em todas as regiões do globo, contudo o que aqui interessa é que, embora haja alguns arrefecimentos a temperatura média do planeta aumenta. Mas o que faz esta temperatura aumentar?

O efeito de estufa é o responsável pelo aumento da temperatura média do planeta. Este conceito foi criado por Fourier após este comparar a atmosfera a uma estufa, porém a Terra não aquecia por ser uma estufa, mas por absorver a radiação infra-vermelha proveniente do sol.

O efeito de estufa não é uma coisa negativa para o ser humano, antes pelo contrário. Se não fosse este efeito a temperatura média do planeta tinha valores negativos, não sendo possível a existência de vida no Planeta Terra, pelo menos como a que conhecemos hoje. Deste modo, o efeito de estufa é vital para a existência das complexas formas de vida que hoje existem, sendo-nos benéfico.

O problema estabelece-se quando este existe em excesso. O efeito de estufa coloca a temperatura do nosso Planeta por volta dos 17 ºC positivos, sendo esta temperatura a  ideal para a nossa existência. Contudo, o seu excesso (aumento) eleva a temperatura do nosso planeta pondo em risco grande parte dos seres vivos que aí existem.

A gravidade do efeito de estufa é condicionada pela quantidade de gases que conseguem absorver as radiações provenientes do sol presentes na atmosfera. Após a revolução industrial uma grande quantidade destes gases foi emitida para a atmosfera, fazendo com que o efeito de estufa se agravasse e começasse a ter consequências que até à data o homem pensava ser impossível causar. 

Deste modo, o efeito de estufa é a chave para todo o fenómeno a que está a provocar alterações climáticas globais.

Apoio: Livro “Alterações Climáticas” de Robert Henson


Aquecimento global: será o termo mais correcto?

“Mudanças” é o nome do blogue e mudanças é o que temos estado a sentir no nosso Planeta. Já contaram quantas vezes passam notícias de catástrofes naturais nos meios de comunicação? Eu não, porém atrevo-me a  dizer que são raros os dias que isto não acontece.

Actualmente o agravamento destas catástrofes é ligado ao aquecimento global, um fenómeno climático que nos está a afectar globalmente. Escrevo este post como introdução a este tema (mudanças climáticas globais), perguntando-me se o termo aquecimento global será o mais correcto.

Após ler parte do livro “Alterações climáticas” de Robert Henson, fiquei com a impressão que a expressão “aquecimento global” talvez não seja a mais correcta a utilizar, mas isto porquê?

Segundo este autor, quando as pessoas se referem ao aquecimento global, elas utilizam expressões como: alteração climática, alteração do clima, aquecimento global, alteração climática global e esquentamento global. Mas pergunto-me: Qual será a mais correcta?

Com base no livro referido, pude averiguar que estes termos que para mim eram praticamente idênticos, afinal apresentam diferenças.

Alteração climática/ alteração do clima: estas duas expressões são idênticas. Elas são muito utilizadas no nosso dia-a-dia, contudo não são muito específicas devido ao facto de estas poderem abranger mudanças passadas, presentes ou futuras, além do facto de não referirem a causalidade destas mesmas mudanças, isto é, se são naturais ou devido às actividades humanas à escala local, regional ou mundial. Segundo Robert Henson, estas expressões são por vezes utilizadas pelos políticos, tendo estes o objectivo de desvalorizar a realidade do aquecimento global.

Aquecimento global e alteração climática global: Ambas estas expressões surgiram com o objectivo de abarcar todas as actividades humanas que estivessem a afectar o planeta. Contudo, estas têm uma diferença. A expressão aquecimento global transmite-nos a ideia de que o mundo está a aquecer, o que não está errado, porém apesar deste aquecimento, em algumas regiões os efeitos poderão ser os opostos. Deste modo, a diferença entre as duas expressões deve-se ao carácter uniforme do aquecimento global, pois este não abrange os arrefecimentos que podem vir a acontecer, enquanto a expressão alteração climática global os abrange.

Esquentamento global: esta expressão foi proposta por activistas e cientistas com a finalidade de realçar a responsabilidades dos seres humanos no aquecimento global.

De todas estas expressões, não posso negar que a que mais me chamou a atenção foi a do esquentamento global, contudo esta gera o mesmo problema que a expressão do aquecimento global, pois sugere que haja apenas um aquecimento e que não ocorra o oposto. Assim, concluo que: nem sempre todas as expressões que se referem a alterações climáticas  são as mais adequadas a utilizar, pois todas elas apresentam diferenças, como se pode observar em cima, sendo umas mais apropriadas do que outras.

Nota: O capa do livro encontra-se acima, e recomendo-o a todas as pessoas que se queiram informar mais acerca das alterações climáticas globais.

 

Tempo de Viver

Pensei demasiado se havia de dar este passo ou se mais uma vez deveria ficar no meu canto a conformar-me com a vida que tenho e a lamuriar-me do “porquê” da minha vida ser horrível e miserável quando esta não o é. Pensei e pensei, tendo chegado à conclusão que é tempo de viver e de me deixar de lamúrias, assim como de fazer tempestades em copos de água, pois a minha vida quando comparada à vida de muitas outras pessoas, posso dizer que é completamente um luxo. Além disso é a vida que tenho e cabe-me a mim fazer o melhor que posso com ela, além do mais, eu gosto cada vez mais deste luxo, o qual não pretendo desperdiçar.

Penso que o mais difícil num blogue é o início, se não é pelo menos para mim foi. Entre o endereço do blogue e o título não sei qual foi o mais difícil de escolher, pois se por um lado quero falar sobre coisas que me interessam como mudanças climáticas e ecologia, por outro quero fazer  deste espaço um local de reflexão pessoal, tendo sido difícil encontrar um título que estivesse em concordância com estes dois temas. Deste modo, escolhi como título “Planeta Sustentável” e como endereço www.ecolifetime.wordpress.com, onde: eco = ecologia, life = vida e time = tempo.

No fundo, não passo de um adolescente que pretende aprender o máximo com a vida, assim como aprender a vivê-la ao máximo. Pelo que se sabe, a vida é só uma, e não cabe aos outros que a vivam por nós, apenas temos de fazer o máximo que conseguimos com ela, o que, na minha opinião, deve ser feito de maneira honesta e sustentável, sendo a sustentabilidade uma das coisas que pretendo encaixar no meu futuro, pois esta é, na minha perspectiva, indispensável a um bom e saudável modo de vida, concluindo: É tempo de viver!